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Cabo Bebeto
Deputado Estadual
O deputado estadual Cabo Bebeto (PL) criticou o contingenciamento de R$ 4,3 bilhões no orçamento do Ministério da Defesa, anunciado pelo Governo Federal, que levou o Exército Brasileiro a suspender operações de monitoramento e combate ao crime organizado nas regiões de fronteira do país.
Para o parlamentar, a medida compromete diretamente a segurança nacional e fortalece a atuação de facções criminosas que utilizam as fronteiras para o tráfico de drogas, armas e o contrabando.
“Essa é a segurança pública do Brasil hoje. Enquanto facções criminosas ampliam sua atuação nas fronteiras e armas, drogas e contrabando continuam entrando no país, uma operação importantíssima no combate ao crime organizado é suspensa por redução de gastos. Afinal de contas, qual é a prioridade do Brasil?”, questionou Cabo Bebeto.
O deputado ressaltou que as fronteiras representam a primeira linha de defesa da segurança nacional e que a falta de investimentos em fiscalização, inteligência e repressão acaba refletindo diretamente na criminalidade enfrentada nos municípios brasileiros.
Segundo Cabo Bebeto “quando falta investimento em inteligência, fiscalização e repressão, essa conta chega nas cidades. Chega para os policiais que estão nas ruas combatendo o crime e chega para a sociedade, que muitas vezes vive à mercê das organizações criminosas”.
O parlamentar defendeu que os recursos destinados à proteção das fronteiras não devem ser encarados como despesas, mas como investimentos essenciais para a segurança da população.
“O crime organizado não tira férias e não reduz suas atividades porque houve corte de verbas. Pelo contrário, ele aproveita qualquer fragilidade do Estado para ocupar espaço”, declarou afirmando que é preciso planejamento.
“Quando o Estado é fraco, quem avança é o crime organizado e quem paga essa conta, infelizmente, é o cidadão de bem”, concluiu Cabo Bebeto.
Texto: Gabriela Flores