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Cabo Bebeto
Deputado Estadual
Por Assessoria – Encontrar alternativas para a deficiência dos serviços de fornecimento de água nas cidades de Alagoas. Esse foi o objetivo principal da sessão especial ocorrida no dia 29 de março, no plenário da Assembleia Legislativa Estadual (ALE). As discussões foram conduzidas pelos deputados Cabo Bebeto (PSL) e Davi Maia (DEM), propositores da sessão.
O evento contou com a presença dos deputados Ricardo Nezinho (MDB), Dudu Ronalsa (PSDB), Ângela Garrote (PP), Cibele Moura (PSDB), Fátima Canuto (PRTB) e Flávia Cavalcante (PRTB), além de líderes comunitários e representantes da Companhia de Saneamento de Alagoas (CASAL), do Ministério Público Estadual (MPE), da Equatorial Energia de Alagoas, de entidades sindicais e câmaras municipais.
O deputado Cabo Bebeto abriu as discussões alertando para a situação precária de milhares de alagoanos, sem acesso à água potável nas torneiras de suas residências. Na oportunidade, chamou a responsabilidade para o Governo do Estado e reforçou que a deficiência na distribuição pode gerar graves consequências à saúde da população. “Não podemos esquecer os prejuízos sofridos pelos comerciantes”, reforçou.
Em aparte, o democrata Davi Maia informou que Alagoas cobra a terceira tarifa de água mais cara do Brasil. Segundo o deputado, um levantamento do Instituto Brasileiro de Pesquisas (IBRAPE), mostra que as maiores reclamações dos alagoanos é o saneamento básico e a falta de água. “O órgão não atende às necessidades da população e cobra caro pela prestação dos serviços. É nítido que estamos vivendo uma crise hídrica. Não vou me conformar enquanto os problemas persistirem.”
Após os questionamentos feitos pelos parlamentares, o presidente da CASAL, Clécio Falcão, esclareceu que o Companhia sofreu ingerência política de gestões anteriores, o que prejudicou bastante o avanço das ações. Atualmente, a empresa paga R$ 7 milhões de dívidas, por mês, e vem se reerguendo num processo lento de recuperação. “Estamos buscando alternativas para apresentar respostas a curto prazo”, enfatizou.
A CASAL atua em 77 dos 102 municípios alagoanos. Para reforçar o fornecimento, firmou um convênio com o Executivo, na ordem de R$ 100 milhões. Os recursos estão sendo aplicados, desde 2017, em obras para ampliação de sistemas e construção de novas unidades. Clécio Falcão afirmou que o desabastecimento nas cidades ocorre por razões pontuais, a exemplo de quedas de energia, rompimento em adutora, defeitos em equipamentos e, em alguns casos, devido ao baixo nível do manancial em períodos de seca prolongada.
Medidas
Ao final das discussões, o deputado Cabo Bebeto anunciou que protocolou um requerimento, no dia 28 de março, solicitando que a CASAL apresente, dentro do prazo de trinta dias, um plano de ação contendo o planejamento financeiro e o cronograma de execução das obras em andamento. Também foi solicitada a formação de uma comissão especial para acompanhar os trabalhos. Cabo Bebeto ainda requisitou a substituição das bombas elevatórias que estão apresentando problemas e a suspensão das taxas de água, proporcionais aos dias em que o serviço não for fornecido.