Diante da censura e perseguição aos conservadores em diversas redes sociais, é importante que tenhamos mais acessos à canais livres e
democráticos.
Por isso, te convido para também fazer parte do meu canal no Telegram, lá você fica por dentro de todos os meus conteúdos.
Cabo Bebeto
Deputado Estadual
O deputado estadual Cabo Bebeto (PL) fez uso da palavra nesta terça-feira, 12, durante sessão ordinária da Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE) para apontar, mais uma vez, a crise da saúde pública estadual e criticou a politização do caso Braskem.
Cabo Bebeto lamentou o “esquecimento” do Governo do Estado quanto à troca da área do Hospital Portugal Ramalho, equipamento de saúde pública importante, e citou ainda a apreensão vivida pelos servidores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do 4º Batalhão, que se encontram em áreas críticas.
Quanto ao impasse entre o Governo e a Prefeitura envolvendo a Braskem, Cabo Bebeto destacou que “não é hora de politizar” e disse que espera que os gestores se juntem para resolver o grave problema e, independente das divergências políticas, tragam a solução que o alagoano e, especificamente, o maceioense esperam.
Lembrando que o afundamento do bairro do Pinheiro aconteceu em 2018, o parlamentar afirmou que, enquanto for deputado, vai cobrar ao governador Paulo Dantas e irá reclamar do ex-governador Renan Filho, pois “eles foram omissos”.
Dívida na saúde
Ao abordar a saúde pública, o deputado lembrou que, recentemente, denunciou a falta dos repasses, por parte da Secretaria de Estado da Saúde, do Promater, às maternidades. A dívida ultrapassava os R$ 2 milhões e, no entanto, até o momento, foram pagas apenas duas parcelas no valor de R$ 350 mil cada.
Infelizmente, no último final de semana, o Hospital Santo Antônio fechou, pois os médicos estão sem receber os salários dos meses de julho, setembro, outubro e novembro e os funcionários estão sem repasses há dois meses, comentou Cabo Bebeto.
O parlamentar explicou que o Hospital Santo Antônio tem 99% do seu funcionamento pelo SUS e recebe repasses do Governo Federal, por meio do município, que estão em dia e recebe também repasses do Estado que, como já foi dito, estão atrasados.
Em Arapiraca, o Hospital Chama e o Hospital Regional também estão sem receber e, em Coruripe, o Carvalho Beltrão se encontra em situação parecida, observou Cabo Bebeto, criticando a postura do “Governo do Estado, que insiste em abrir novos equipamentos sem pagar o que deve”.
Texto: Gabriela Flores
Foto: Ascom ALE