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Cabo Bebeto
Deputado Estadual
A situação da saúde de Alagoas e falta de diálogo do Governo do Estado com os policiais penais foi questionada pelo deputado estadual Cabo Bebeto, nesta quinta-feira, dia 19, na Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE).
Em seu pronunciamento, o deputado disse que está preocupado com a falta de informações e transparência por parte dos gestores da saúde estadual e lembrou que no momento mais crítico da pandemia, “tentou” fazer uma visita de fiscalização no Hospital de Campanha Dr. Marcelo Constant, ora situado no Centro de Convenções e o acesso lhe foi negado.
Diante do ocorrido, Cabo Bebeto explicou que, não gosta é abrir mãos dos seus direitos. “É preocupante quando baixamos a cabeça e nos é tirado o acesso à informação que é pública, mas aqui é a Terra dos Calheiros, pois a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) há muito deixou de ser de Alagoas para ser do Ayres e do Calheiros”.
A subutilização das estruturas de saúde como o Hospital de Campanha, o Hospital Metropolitano são para apresentar bons números apenas, pois escolhem os pacientes, os servidores, os colaboradores e mesmo assim o que se vê são cirurgias atrasadas, pessoas morrendo, e no Hospital Geral do Estado (HGE) as pessoas nos corredores comendo quentinhas, observou o parlamentar.
Cabo Bebeto destacou que “há dinheiro que o governo Federal mandou para aplicar na saúde, mas quem não é da terra da coincidência está morrendo” reclamou o deputado advertindo que “o alagoano não pode esperar por atendimento, o Hospital Metropolitano é um hotel de luxo enquanto o HGE é um matadouro”.
Cabo Bebeto informou que vai oficiar pela Comissão de Segurança Pública e Direitos Humanos da ALE o Ministério Público e o Corpo de Bombeiros para obter informações sobre o Sargento Ramalho e “as muitas coincidências”.
“O CBMAL é uma instituição centenária que tem diante da população um reconhecimento enorme do seu papel e não pode ter seu nome manchado”, destacou o deputado pontuando que espera que esses órgãos cumpram a parte deles.
O parlamentar esclareceu sobre os prazos que os militares têm para se afastar das funções e pontuou que quando o Sgto. Ramalho estava no Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) havia um grupo de “colegas” que, quando foi para a direção do Hospital Metropolitano foram também realocados na unidade de saúde. “Mas isso deve ser apenas outra coincidência, aliás estamos na terra das coincidências”, observou.
Polícia Penal
Quanto à situação da Polícia Penal, o deputado lamentou que de novo a categoria faz uma paralisação de alerta pois os servidores estão desgastados.
O deputado esclareceu que a cada dia as conversas com o Governo do Estado ficam mais distantes e difíceis, e rechaçou o “esquecimento” por parte da comissão organizadora do Concurso Público para Policiais Penais de colocar vagas para pessoas com deficiência. Mais isso deve ser outra “coincidência”, concluiu.
Foto: Igor Pereira